quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O SINCRETISMO RELIGIOSO E A ESPIRITUALIZAÇÃO DA MALIGNIDADE

“Levantar-se-ão muitos falsos profetas e en­ganarão a muitos” - Mt. 24:11.
Há quase dois mil anos com base nas declarações de Jesus Cristo e na confirmação da revelação que Deus lhe fizera, o Apóstolo Paulo escreveu: "Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo con­trário, cercar se - ão de mestres, segundo as suas próprias co­biças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusando a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” - 2ª T­m. 4:3 - 4. As declarações de Cristo, somadas às de Paulo parecem indicar uma época de hipocrisia religiosa generalizada, quando milhões de vidas serão arrebanhadas para a igreja sem ter tido experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto posto cresceriam as seitas e falsos mestres; se infiltrariam na igreja submetendo assim, a Bíblia, a severos ataques quanto à sua confiabilidade e infabilidade.
Na igreja em Corinto, temos a primeira ocorrência grave decorrente do sincretismo religioso: uns afirmavam que eram de Paulo, - considerado apóstolo dos gentios - com costumes, religiosidade ( eram politeístas) e culturas bem diferente dos judeus; outros de Apolo, - ligado aos gregos e consequentemente com práticas diferentes de Paulo e Pedro; outros de Cefas, - considerado apóstolo dos judeus - com costumes, religiosidade ( eram monoteístas) e com cultura bem diferente dos gentios ; e em função deste sincretismo, é nos revelada uma igreja envolvida em graves pecados, estando já alguns a ultrapassarem as doutrinas ensinadas pelos apóstolos, segundo pode ser observado no verso seis do capítulo quatro de primeiro Coríntios – confere 1Co. 4: 6 – 8, sincretismo ( apostasia) este que fez levedar toda a massa da igreja corintiana.
Pelo que podemos observar Satanás não modificou sua estratégia, desde quando perguntou a Eva, no jardim do Éden: “É assim que Deus disse?” – Gn. 3:1. Há alguns professores de religião e eminentes teólogos, nossos contemporâneos, que procuram deli­beradamente destruir a autoridade das Escrituras e a fé da igreja. São os lobos em pele de cordeiro, a respeito dos quais Jesus fa­lou. São os “profetas do afastamento”, que aos poucos vai caracterizando a igreja deste final de época.
“Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em li­bertinagem a graça de nosso Deus, e negam o nosso único So­berano e Senhor, Jesus Cristo” – Jd. 1:4.
A expressão que se traduz por “se introduziram com dis­simulação” é grega e pouco comum, e ocorre somente nessa passagem. Traduzida literalmente significa “entrar ou infiltrar se pelo lado”, como o ladrão costuma entrar numa casa. Entretanto o ladrão a que estamos nos referindo não vem rou­bar nossos bens materiais, mas nossa fé e confiança em Deus, em seu Filho Jesus Cristo e na sua palavra. Quando algum homem fiel se levanta contra a presença deste tipo de marginal, vê - se acuado e é acusado de pertur­bar a paz. Formas antigas de erro, conhecidos e praticados há muito tempo atrás, estão sendo novamente praticadas sob rótulos tais como “a nova moralidade”, “a nova teologia”, “ecumenismo”, etc, etc.
O profeta Amós es­creveu: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não acharão” – Am. 8:11-12. Esta verdade que parecia tão distante já é uma realidade nossa, dos nossos dias. Pessoas famintas da verdade a procuram incessantemente onde se supõem que ela esteja sendo disseminada, nos livros e nos templos, mas não estão ouvindo a palavra do Senhor. Ao invés de receberem uma mensagem que satisfaça a seus anseios espirituais, estão ouvindo sermões sobre algum problema político ou social da atualidade, ou alguma coisa sobre a arte e a literatura. Espiritualmente insatisfeitas vagueiam de um para outro lugar, passando da esperança ao desespero e finalmente, mais tarde, desistindo da procura. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras, e que têm cauterizada a própria consciência” – 1ª T­m. 4:1 – 2.
O termo apostasia, usado por Jesus Cristo, pelo apóstolo Paulo, por pregadores como Charles Finney, Moody, Salomão Ginsburg, Vulmar Vigrën, Billy Graham e outros, para denunciar a ação satânica no meio dos homens, está atualmente esquecido. Os pregadores modernos, trocaram – no por “sincretismo”.
Que era apostasia? Era erro espiritual, era adoração à falsos deuses e demônios. Vituperação da palavra de Deus.
Que é sincretismo religioso? É a aceitação e agrupamento de várias religiões partindo do princípio que “todos podem continuar em suas próprias religiões, ou seitas, ou qualquer outro movimento místico. É a permissão oficial para a celebração de cultos conjuntos por parte das “igrejas verdadeiras” com os adoradores do “senhor do Bom Fim”, “do Padim Padre Cícero”, de “Aparecida”, de “Iemanjá”, do “Tarô”, dos “Búzios” e outros. Velhas práticas da Igreja Católica, tais como copo milagroso de água benta e algumas praticas do feiticismo, tais como sal grosso e banho de rosas, estão sendo adotadas com sucesso pelas novas seitas em evidência. A Teologia Liberal, de Friedric Scheiermacher, tem sido a grande influênciadora dos novos movimentos religiosos que surgiram da década de sessenta para cá. A Teologia da Prosperidade, que nega o sofrimento e a aflição dos servos de Deus, está cada dia mais em voga. Entre algumas seitas neo - pentecostais é comum o convívio harmonioso e a participação de práticas litúrgicas de seus membros com o movimento carismático católico.
Até 1.999, a “Campanha da Fraternidade”, levada a cabo há várias décadas pela Igreja Católica Apostólica Romana tinha o aval e a simpatia de algumas igrejas evangélicas tradicionais, que entretanto nunca ousaram se pronunciar publicamente sobre o caso.
Instituída e realizada pela Igreja Católica Apostólica Romana, a tradicional Campanha da Fraternidade, que neste ano de 2.000, foi lançada dia 8 de março, trouxe uma novidade em seu cartaz.
Debaixo do desenho e sob o slogan, além do nome da Igreja Católica Apostólica Romana, acrescentou – se os nomes das Igrejas; Cristã Reformada, Episcopal Anglicana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Metodista, Presbiteriana Unida e Igreja Católica Ortodoxa Siriana. Pela primeira vez, em mais de trinta anos de sua edição, a Campanha da Fraternidade não foi promovida pela CNBB – Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil, mas sim pelo CONIC – Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil. O tema em pauta “ DIGNIDADE HUMANA E PAZ ” e o lema como não poderia deixar de ser, trouxe o sugestivo jargão ecumênico: “ Novo milênio sem exclusões”.
“Admira – me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho; o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” – GL. 1: 6 – 8.
Apoiado na âncora do sincretismo, homens e mulheres ao longo da história humana, tem usado a autoridade da palavra de Deus para satisfazer o propósito de seus corações. Foi o sincretismo – mistura e tolerância religiosa, que levou o rei de Israel, Acabe, a casar – se com Jezabel, uma das filhas de Etbaal – rei dos sidônios. Pai e filha, eram sacerdote e sacerdotisa de Astarte ( cf. 1ª Rs. 16:31 ); ela adoradora fervorosa de Baal, a ponto de erguer um templo para sua adoração em Samaria.
Os relatos a seguir envolvem pessoas distintas, porém todas elas com um ponto em comum: o respeito e o cumprimento à palavra de Deus e a espiritualização da malignidade através da manipulação satânica da sede espiritual do povo, por parte de Jezabel,Coré e os fariseus, entre outros.
1º Relato: “Sucedeu depois destas coisas que, tendo Nabote, o jizreelita, uma vinha em Jizreel, junto ao palácio de Acabe, rei de Samária, falou este a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, porque está vizinha, ao pé da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor; ou, se desejares, dar-te-ei o seu valor em dinheiro.
Respondeu, porém, Nabote a Acabe: Guarde-me o Senhor de que eu te dê a herança de meus pais. Então Acabe veio para sua casa, desgostoso e indignado, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara; pois este lhe dissera: Não te darei a herança de meus pais. Tendo-se deitado na sua cama, virou o rosto, e não quis comer.
Mas, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Por que está o teu espírito tão desgostoso que não queres comer? Ele lhe respondeu: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Ele, porém, disse: Não te darei a minha vinha. Ao que Jezabel, sua mulher, lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita.
Então escreveu cartas em nome de Acabe e, selando-as com o sinete dele, mandou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam com Nabote na sua cidade. Assim escreveu nas cartas: Apregoai um jejum, e ponde Nabote diante do povo. E ponde defronte dele dois homens, filhos de Belial, que testemunhem contra ele, dizendo: Blasfemaste contra Deus e contra o rei. Depois conduzi-o para fora, e apedrejai-o até que morra.
Pelo que os homens da cidade dele, isto é, os anciãos e os nobres que habitavam na sua cidade, fizeram como Jezabel lhes ordenara, conforme estava escrito nas cartas que ela lhes mandara. Apregoaram um jejum, e puseram Nabote diante do povo. Também vieram dois homens, filhos de Belial, e sentaram-se defronte dele; e estes filhos de Belial testemunharam contra Nabote perante o povo, dizendo: Nabote blasfemou contra Deus e contra o rei. Então o conduziram para fora da cidade e o apedrejaram, de sorte que morreu. Depois mandaram dizer a Jezabel : Nabote foi apedrejado e morreu.
Ora, ouvindo Jezabel que Nabote fora apedrejado e morrera, disse a Acabe: Levanta-te e toma posse da vinha de Nabote, e jizreelita, a qual ele recusou dar-te por dinheiro; porque Nabote já não vive, mas é morto”. ( 1º Rs. 21: 1 – 15)
Nabote provou o dissabor de uma vizi­nhança má. Apesar de haver guardado a herança de seus pais, naquele momento da vida, estava sendo empurrado da sua própria herança e direito, por ninguém menos do que o rei, para quem ele como súdito, devia ter proteção e também seus direitos protegidos.
Há um fato curioso nesta história, se considerarmos Jezabel, quem ela era, a quem servia e a quem adorava. Conhecedora dos costumes do povo judeu, apregoou um jejum e pre­parou um ambiente místico para a execu­ção dos planos que engendrara em seu coração.
Jezabel apregoou um jejum! Sim, ela apregoou um jejum. Jejum, prática que não era estranha aos filhos de Israel, ato religioso solene que antecedia as grandes decisões do povo israelita. O jejum fora antes pregado por Josafá - rei de Judá; Esdras - o escriba e sacerdote do retor­no, Mordecai e Ester - líderes da resis­tência judaica na Pérsia, Joel - profeta do senhor; anunciante do derramamento do Espírito e também por Jonas e os ninivitas - gente arrependida; e aqui apregoado pela detestável Jezabel.
A escritura afirma pura e simplesmente que “Jezabel apregoou um Jejum”. O texto veterotestamentário expressa assim o fato: “Escreveu cartas, dizendo: Apregoai um jejum, e trazei o Nabote para a frente do povo” – v. 9. No versículo seguinte ela revela sua estratégia: “Fazei sentar defronte dele dois ho­mens malignos que testemunhem contra ele, dizendo: blasfemaste contra Deus e contra o rei. Depois levai –o para fora e apedrejai-o, para que ele morra”; v. 10.
Que jejum e Jezabel são termos antônimos, é fato. Por que então a rainha de Israel pregou um jejum e uma tão vee­mente defesa a Deus e ao rei? A resposta é simples: o esforço das trevas para se assemelharem à luz. Esse foi o caminho tomado pela mulher de Acabe.
Examinemos atentamente o ambiente preparado: 1º; jejum. 2º; apologia ao nome do Senhor. 3º; defesa ao trono. Cenário muito convincente e com uma auréola de espiritualidade, pra sacerdote, levita, ou quem quer que seja não colocar dúvidas.
Porém quem estava por trás e qual era a finalidade? O anciões e os nobres de Jezreel, acostumados a estas práticas religiosas e bombardeados pela propaganda barulhenta da sacerdotisa de Baal, não conseguiram parar para examinar os fatos e como cordeiros, anuíram-se ao convite da rainha, esposa do rei de Israel.
Ainda que vizinhos de Nabote e a ele bem próximos, movidos pela sua sede do cumprimento da lei mosaica, não titubearam: apedrejaram o pobre Nabote!
2º Relato: “Ora, Coré, filho de Izar, filho de Coate, filho de Levi, juntamente com Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e Om, filho de Pelete, filhos de Rúben, tomando certos homens, levantaram-se perante Moisés, juntamente com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, chamados à assembléia, varões de renome; e ajuntando-se contra Moisés e contra Arão, disseram-lhes: Demais é o que vos arrogais a vós, visto que toda a congregação é santa, todos eles são santos, e o Senhor está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a assembléia do Senhor?
Quando Moisés ouviu isso, caiu com o rosto em terra; depois falou a Coré e a toda a sua companhia, dizendo: Amanhã pela manhã o Senhor fará saber quem é seu, e quem é o santo, ao qual ele fará chegar a si; e aquele a quem escolher fará chegar a si. Fazei isto: Coré e toda a sua companhia, tomai para vós incensários; e amanhã, pondo fogo neles, sobre eles deitai incenso perante o Senhor; e será que o homem a quem o Senhor escolher, esse será o santo; demais é o que vos arrogais a vós, filhos de Levi.
Disse mais Moisés a Coré: Ouvi agora, filhos de Levi! Acaso é pouco para vós que o Deus de Israel vos tenha separado da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, a fim de fazerdes o serviço do tabernáculo do Senhor e estardes perante a congregação para ministrar-lhe, e te fez chegar, e contigo todos os teus irmãos, os filhos de Levi? procurais também o sacerdócio? Pelo que tu e toda a tua companhia estais congregados contra o Senhor; e Arão, quem é ele, para que murmureis contra ele?
Então Moisés mandou chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; eles porém responderam: Não subiremos. É pouco, porventura, que nos tenhas feito subir de uma terra que mana leite e mel, para nos matares no deserto, para que queiras ainda fazer-te príncipe sobre nós? Ademais, não nos introduziste em uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campos e vinhas em herança; porventura cegarás os olhos a estes homens? Não subiremos.
Então Moisés irou-se grandemente, e disse ao Senhor: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento tenho tomado deles, nem a nenhum deles tenho feito mal.
Disse mais Moisés a Coré: Comparecei amanhã tu e toda a tua companhia perante o Senhor; tu e eles, e Arão. Tome cada um o seu incensário, e ponha nele incenso; cada um traga perante o Senhor o seu incensário, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada qual o seu incensário. Tomou, pois, cada qual o seu incensário, e nele pôs fogo, e nele deitou incenso; e se puseram à porta da tenda da revelação com Moisés e Arão.
E Coré fez ajuntar contra eles toda o congregação à porta da tenda da revelação". ( Nm 16: 1 – 19b)
Coré é outro exemplo.
Insurgiu ­- se contra Moisés e conseguiu, a custo de uma convincente pregação, o apoio de 250 homens, que eram principais da congregação de Israel e varões de renome. Com um sermão homileticamente perfeito e aparentemente muito espiritual; até que não lhe foi difícil.
Na sua mensagem Coré entregou ao povo uma verdade que eles queriam ouvir, porém cada um a sua maneira:
A congregação era santa.
Cada um deles era santo.
O Senhor estava no meio deles.
O ato de Coré foi puramente maligno e insubmisso, mas que, com roupagem de aparente espiritualidade, convenceu a muitos e ocasionou enormes prejuízos ao povo no deserto do Sinai.
Também o senhor Jesus afirmou que os fariseus não só devoravam as casas das viúvas, e, depois, cobriam o seu ato maligno com longas e emocionantes orações, como também, além de não herdarem o reino do Céu, não permitiam aos homens herda – lo.
Tudo muito santo e muito espiritual! Senão vejamos:
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque devorais as casas das viúvas e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o tornais duas vezes mais filho do inferno do que vós”. (Mt. 23: 13 15)
Para se promover e ganhar acessibilidade o que é maligno se reveste de uma aparência de espiritualidade e no momento estamos vivendo um instante em que essa prática vai crescendo; muito bem planejada e divulgada, não lhe falta adeptos.
A tríade, aqui mencionada - Jezabel, Coré e fariseus - tomou a espiritualidade como vestimenta, sensibilizou, emocionou e enganou: A convocação para o jejum é de Jezabel; o sermão bem elaborado é de Coré, e as longas orações são dos fariseus.
Atos puramente malignos, mas muito bem embutidos em bela moldura de aparente espiritualidade.
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras”. (2ª Co 11: 13 – 15)
“Ai deles! porque foram pelo caminho de Caim, e por amor do lucro se atiraram ao erro de Balaão, e pereceram na rebelião de Coré. Estes são os escolhidos em vossos ágapes, quando se banqueteiam convosco, pastores que se apascentam a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos; são árvores sem folhas nem fruto, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas furiosas do mar, espumando as suas próprias torpezas, estrelas errantes, para as quais tem sido reservado para sempre o negrume das trevas”. (Judas: 11 – 13)

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